Naquele dia, a Imperatriz Yang finalmente não pôde mais resistir ao peso do poder e concordou em atender à convocação do imperador para entrar no palácio. Por alguma razão desconhecida, diante dos portões, ela de repente levantou a cortina da carruagem e olhou para trás, como se esperasse por alguém. Sua beleza incomparável deixou todos na longa rua maravilhados. Foi justamente nesse momento que Guo Ziyi, atordoado, atravessou o tempo e o espaço, pensando instintivamente que estava participando das filmagens de uma série de televisão, mas logo percebeu, surpreso, que a Imperatriz Yang lhe era estranhamente familiar... A vaidade do jovem desajustado explodiu de repente. Ele então disse uma frase da qual se arrependeria por muito tempo: "Moça, sua massagem nos pés é realmente boa!" Naquela mesma tarde, Guo Ziyi foi lançado na prisão do Ministério da Justiça. [Não é possível criar um novo grupo, então usem o grupo antigo do livro: 722290630. Lá só tem veteranos; iniciantes, entrem por sua conta e risco.]
Na internet, há um tema muito curioso que já provocou amplos debates.
Se um dia você se visse repentinamente transportado para outro tempo e, por um deslize ou confusão, dissesse algo errado e fosse lançado numa prisão de morte, como poderia se salvar?
As respostas são diversas, mas a mais polêmica é apenas uma:
Finja ser idiota!
Use toda sua inteligência para parecer tolo!
Até que ponto?
Até que você mesmo acredite ser idiota!
...
Já faz três dias que Guo Ziyi chegou à era da Grande Tang.
Mais precisamente, esse sujeito passou três dias na prisão desse tempo!
Assim que chegou, tinha roupa para vestir, duas refeições diárias no horário certo; apesar de estar encarcerado, o início não era dos piores.
Mas Guo Ziyi não conseguia se alegrar.
Pois a cela onde ele estava era diferente.
Era uma prisão destinada aos condenados à morte.
E ainda era uma prisão diretamente subordinada ao Ministério da Justiça.
Quem entrava ali, raramente saía vivo.
Isso significava que, no ano seguinte, o capim sobre o túmulo de Guo Ziyi estaria alto, muito verde.
...
Muitos pensam que condenados à morte eram comuns na antiguidade, afinal, na televisão sempre se vê cenas de execuções ao meio-dia.
Mas, na realidade, os condenados à morte eram raríssimos.
Naquela época, não era qualquer um que alcançava esse "mérito".
Era preciso cometer crimes que chocassem a sociedade.
Como assassinato, incêndio, roubo seguido de extermínio de famílias...
Esses eram certamente passíveis de mo