Começando pelo 007, torne-se um bandido de terno

Começando pelo 007, torne-se um bandido de terno

Autor: Filoso

【Fim da obra. No próximo livro começa “Cachorros podem se tornar os senhores das Terras Devastadas?”】 Depois de atravessar para outro mundo, acabei por acaso me tornando o sucessor treinado pessoalmente pelo agente 007 que me antecedeu. Com o trono da Grã-Bretanha quase mudando de mãos e meu pedido de férias anual ainda muito longe, para não acabar como meu professor, James Bond, trabalhando até a velhice sem tempo para morrer, eu escolhi morrer antes de tempo. Meu “falecimento de saída” foi um sucesso estrondoso. Com meu amado Aston Martin, mudei para o outro lado do oceano e virei um orgulhoso… super-herói. Será que o roteiro não está com alguma coisa errada? Este texto também é conhecido como: “Como se tornar um agente lendário”. Notas de leitura: 1. A narrativa é em terceira pessoa, protagonista masculino, agente britânico, rico e bonito, um “bandido de smoking”; cavalheiro calmo com pose arrogante de gentleman, olha nos olhos como tubarão (legalmente), mas é gente boa. 2. Lutas: ++ ; cenas grandiosas no estilo hollywoodiano: ++++ 3. Por causa da natureza do trabalho do protagonista (?), sua vida amorosa será extremamente rica (não dá para ficar sem esse “extra” de legado); os parceiros anteriores não têm limite de gênero e não serão detalhados, mas de fato existiram, é parte da construção de personagem. cp Abian, playboy x playboy, sem diferença entre ativo/passivo. Leitores com mania de limpeza: tomem cuidado, muito cuidado. Não digam que não avisei. 4. Horário de atualização incerto, geralmente por volta da meia-noite; tento atualizar todo dia.

Começando pelo 007, torne-se um bandido de terno

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1-1

Ano 2000, Kingston, Jamaica.

A tempestade rugia sem trégua, e o grito de um homem mal conseguia superar o barulho ensurdecedor das hélices:

— Bond... Bond!! Suba rápido!

Um braço estendeu-se para fora da cabine, agarrou firmemente a mão de James Bond e o puxou com força para dentro do helicóptero que enfrentava o mau tempo:

— Que bom, você conseguiu. Despistou os perseguidores? E as provas do tráfico de drogas?

— Estão comigo, White — respondeu Bond de forma seca, com o rosto tenso.

Aos trinta e dois anos, a serviço do MI6, sua missão atual era investigar o tráfico de drogas da Jamaica para o Reino Unido. Ele vestia uma capa de chuva verde-militar volumosa, estava completamente encharcado, com os cabelos castanho-claros cheios de água e poeira. Havia um volume sob sua capa, como se estivesse carregando um saco de areia grande.

Seu parceiro, o agente Fergus White, olhou intrigado para a protuberância abaixo da cintura de Bond, perguntando-se se ele teria simplesmente empacotado a mercadoria do traficante... De repente, uma cabecinha peluda e molhada espiou de dentro do casaco de Bond, revelando um rosto infantil e um par de olhos cinza-azulados cheios de tensão.

Fergus White assustou-se e quase sacou a arma:

— Que porra é essa?! O que é isso?! De onde veio essa criança?

Bond disse:

— Eu a recolhi.

— Recolheu? — Fergus White ficou boquiaberto. — Você recolheu uma criança no quartel-general de um cartel de drogas?!

James Bond exibiu uma expressão de impotência.

Não era falta de profissionali

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