【Siheyuan + Harém + Sistema + Mente Aberta + Novelão de Satisfação】 Qin Yun atravessou para o mundo de um siheyuan e, logo no início, recebeu um sistema de sorteio de nível divino. Neste mundo, quem tem um sistema na mão não se desespera. Ele só queria ser um peixe preguiçoso e crescer em paz, mas as feras do pátio inteiro estavam sempre prontas para provocar confusão. A velha surda, para proteger Sha Zhu, o mirava de todos os lados; Qin Yun revelou o verdadeiro rosto dela de imediato, fazendo-a perder o prestígio e depois expulsando-a do siheyuan. O canalha Xiaobaiyan, de olhos brancos e mãos sujas, gosta de roubar? Invalide-o e faça a família Jia ficar sem herdeiros! Yi Zhonghai, o falso cavalheiro, é especialista em chantagem moral? Então eu lhe devolvo na mesma moeda, usando contra ele seu próprio método, e faço com que por vaidade ele perca o nome, destruindo casa e família. Quem tiver coragem de me provocar, não vou tolerar vocês. Os demais do pátio foram deixados em completo frisson, correndo feito galinhas em pânico. Qin Yun, por sua vez, vive cada vez melhor, rindo enquanto observa os ventos da era se levantarem.
Um feixe de luz entrou pela janela e pousou sobre os fios de cabelo. Qin Yun despertou do calor aconchegante do sono, com uma dor de cabeça lancinante.
— Qin Yun! Ainda não se levantou para ir trabalhar? — gritou uma voz lá fora. — O sol já está alto! Se demorar mais, vão descontar do seu salário!
O som vindo do lado de fora chegava nitidamente aos seus ouvidos. Qin Yun se levantou, olhou ao redor e ainda se lembrava de estar no carro há pouco, resolvendo assuntos do trabalho. Como, de repente, fora parar ali?
O cobertor colorido que o cobria, o criado-mudo de madeira pintado de vermelho escuro ao lado da cama, tudo parecia antigo. Olhando além, via-se uma sala de estar vazia, onde repousava uma pequena mesa de chá.
Seria este barraco miserável a sua casa? Qin Yun ficou incrédulo, apressando-se para vestir-se e sair.
Assim que abriu a porta, a visão do pátio tradicional fez uma enxurrada de memórias invadir sua mente. Agora sabia: estava num pequeno mundo chamado “Amor no Pátio Quadrado”.
Por coincidência, o personagem ali também se chamava Qin Yun. Alguns anos antes, seus pais haviam sacrificado a vida pela pátria em um serviço confidencial, deixando-lhe alguns bens para sobreviver. Meses atrás, o restante do dinheiro havia quase acabado e ele começara a trabalhar numa siderúrgica.
Ao conferir o que restava em casa, percebeu que, de objetos de valor, só havia uma bicicleta, um guarda-roupa, a mesinha de chá e um grande caldeirão velho. A precariedade do lar era difícil de aceitar.
Felizmente, ainda tinha um emprego, não pr