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Pedra Vila, aninhada entre as montanhas vastas e selvagens, ergue-se rodeada de picos imponentes e abismos profundos, numa paisagem onde o maciço se estende em majestade infinda.
Ao alvorecer, a luz da aurora desabrocha em esplendor, derramando-se como ouro em pó, banhando os corpos de calor suave e reconfortante. Um grupo de crianças, dos quatro ou cinco anos até adolescentes, somando várias dezenas, exercita-se com ardor no largo diante da aldeia, saudando o dia nascente. Rostos infantis, ainda puros, transbordam de seriedade; os mais crescidos movem-se com vigor, enquanto os menores procuram imitar, com gestos já bem compostos.
Um homem de meia-idade, de compleição robusta como tigre ou leopardo, veste-se em peles de fera; a pele, de bronze antigo, os cabelos negros caindo soltos, o olhar penetrante e vivo, percorre cada criança, guiando-os com atenção minuciosa.
— Quando o sol desponta, tudo se renova; o sopro vital atinge o seu auge. Ainda que não sejamos, como diz a lenda, capazes de nutrir-nos do orvalho e da luz, exercitar o corpo sob a aurora traz imensos benefícios, revigora o espírito vital. O segredo de um dia está na manhã; quem desde cedo se esforça, fortalece ossos e músculos, faz circular o sangue, cultiva vigor. Assim, no coração destas montanhas, terá a chance de sobreviver — advertiu ele com semblante austero, antes de bradar em tom severo: — Entenderam?
— Entendemos! — bradaram as crianças em coro, cheias de energia.
Nas montanhas, criaturas pré-históricas perambulam; por vezes, asas colossais cruzam o firmamento, lançan