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Donghua Zhou.
Montanha Cangwu, Pavilhão Shan Yuan.
Zhang Yan saiu lentamente do estado de meditação; sentia a mente límpida e os olhos brilhantes, a respiração tênue como um fio, o corpo inteiro leve e confortável, sinal evidente de que sua prática havia avançado mais uma vez.
Todavia, em seu rosto não se via qualquer traço de júbilo.
“Tal técnica de respiração e circulação, embora me torne mais ágil e saudável que os comuns, não é, afinal, o verdadeiro Caminho; mesmo que a pratique até o fim da vida, nada alcançarei além de um corpo leve e sentidos aguçados. Se continuar a esperar em vão por uma oportunidade, não apenas o Grande Caminho será inalcançável, mas até mesmo a subsistência se tornará difícil. Não há escolha, talvez hoje deva arriscar tudo e tomar o caminho perigoso.”
Mas este passo, uma vez dado, não admite retorno.
Zhang Yan hesitou, embora já tivesse ponderado os riscos e benefícios; contudo, ao estar prestes a cruzar a soleira do destino, é inevitável sentir-se dividido entre o ganho e a perda.
Inconscientemente, apertou entre os dedos um fragmento de jade translúcido e suave, acariciando-o levemente. Imediatamente, uma sensação delicada, como gordura derretida escorrendo sobre a pele, acalmou-lhe o espírito, dissipando a inquietação de sua alma.
Deixou escapar um sorriso despreocupado. Uma vez que já não era mais o antigo Zhang Yan, deveria seguir o impulso do coração e retornar à sua essência original; todas as preocupações do passado podia