Tóquio: Acolhi a irmã gêmea da minha ex

Tóquio: Acolhi a irmã gêmea da minha ex

Autor: O gato após a sesta

Após renascer em Tóquio, Zeyan Haruno também passou a levar uma vida relativamente feliz. Com esforço incansável, entrou sem dificuldades em uma das melhores universidades da Ásia. Ao olhar para o sistema que chegou tarde, ele só conseguiu pensar em rir. Mas no segundo seguinte, o personagem que surgiu no sistema quase o fez perder o sorriso. — Era a irmã gêmea da ex, isto é, a garota que quase se tornaria sua cunhada, e ela estava à beira de ficar sem teto. Não por acaso, Zeyan Haruno descobriu o destino da moça; não por acaso, ele e ela viviam separados por apenas uma parede, e o dinheiro de Fukuzawa Yukichi em seu bolso ainda era mais que suficiente... 【Já há vários livros com alta pré-encomenda, acima de 6000+,; o caráter do autor é confiável】

Tóquio: Acolhi a irmã gêmea da minha ex

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Capítulo 1 - A Cunhada Sem Lar

Tóquio, distrito de Shinjuku, em frente a uma loja de conveniência Lawson.

Haruno Zeyama fechou o guarda-chuva e, franzindo o cenho, olhou para a barra da calça molhada pela chuva.

O tempo instável realmente não era nada agradável, mas felizmente ele teve a precaução de trazer um guarda-chuva. Se tivesse se molhado inteiro, não teria escolha a não ser tomar outro banho ao chegar em casa.

Ele não sabia se a chuva continuaria mais tarde, então, para garantir, era melhor comprar logo o que precisava e voltar para casa o quanto antes...

Desviando o olhar, Haruno Zeyama sacudiu levemente o guarda-chuva com a mão direita, colocou-o no suporte de guarda-chuvas na entrada da loja de conveniência e empurrou a porta da Lawson.

— Bem-vindo...

O funcionário da loja, com a cabeça baixa, saudou de maneira desanimada.

Haruno Zeyama já estava acostumado com aquilo. Afinal, já era noite e, por causa da chuva, quase não havia clientes. O trabalho, tornando-se monótono, levava os funcionários ao tédio.

Mas devido ao costume dos japoneses com as fórmulas de cortesia, por mais que estivessem desmotivados, ao ver um cliente entrar ainda precisavam cumprimentá-lo, como se não o fazer fosse desrespeitoso.

Só podia dizer que, nesse aspecto, os japoneses eram teimosos além do imaginável. Haruno Zeyama, mesmo vivendo por duas vidas, jamais tinha visto um povo tão apegado às formalidades.

Bem... Agora ele também fazia parte deles.

Haruno Zeyama não conteve um suspiro. Apesar de não gostar muito, não havia nada a fazer. Reencarnar não

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