Com a chegada do jogo da catástrofe apocalíptica, o toque de guerra ressoa: zumbis cercam as cidades, monstros devastam tudo, a ordem desmorona, ambição e desejo são liberados, e a invasão e o assassinato tornam-se o tema central. Só os fortes têm direito de sobreviver, e só quem sobrevive pode ter chance de se tornar forte. Xu Chen renasce, desperta o talento mais poderoso, torna-se um necromante, vinga-se da namorada “green tea”, executa com as próprias mãos o irmão de plástico e emerge no meio das matanças.
Dor!
Uma dor lancinante, profunda como o mar, envolvia-lhe o corpo inteiro.
Naquele momento, os membros de Aurélio estavam amputados, o sangue escoava sem parar, formando uma poça sob si, e ele jazia no chão, miserável, como um cão morto.
Jamais imaginara que seria traído por sua namorada, a quem mais amava, pelo irmão em quem mais confiava, e pelos vizinhos que um dia ajudara.
“Ha ha ha! Finalmente, a arma lendária do capitão é minha!”
Um jovem segurava uma espada ensanguentada, rindo com insolência.
“Otávio, a arma já está contigo. Conforme combinado, a semente de talento dele ficará sob minha guarda!”
Uma mulher bela empunhava uma adaga contra o peito de Aurélio, exigindo alto: “Além disso, fui eu quem o atraiu até aqui. Quero uma parte extra dos suprimentos!”
Ouvindo a conversa, Aurélio compreendeu, enfim.
Eles buscavam sua semente de talento da Espada, para entregar à Cidade da Esperança, receber a recompensa e servir aos poderosos daquele lugar como cães.
Um suspiro de amargura tomou-lhe o coração, os olhos cheios de remorso, ódio e desespero.
Se soubesse disso, jamais teria protegido aqueles traidores.
No fim das contas, fora ingênuo demais, bondoso demais, esquecera que vivia num mundo onde a ordem havia ruído e a humanidade se extinguia.
Com a visão turva, Aurélio esforçou-se para girar a cabeça, abriu bem os olhos e fixou o olhar nos grupos, que discutiam e se confrontavam, gravando silenciosamente o rosto de cada um.
Nos instantes finais, pensou: Se eu tivesse uma segunda chance, faria de tu