Liu Feng atravessou inexplicavelmente para um mundo paralelo e despertou um “feijão de habilidade anômala” de lixo. Um ano depois, veio o fim do mundo: meteoros caíram, e uma anomalia varreu o planeta. Noventa por cento da humanidade se transformaram em mutantes azuis e começaram a caçar os humanos que sobreviveram. Baseando-se no poder que ele mesmo despreza, Liu Feng luta para sobreviver no mundo pós-apocalíptico, enfrenta inimigos sem parar e conduz a humanidade em direção à luz...
Planeta Azul, Grande Verão, Cidade das Nuvens Altas, em frente ao supermercado Boa Sorte.
— Xiaofeng, o que quer comer no almoço? Assim que terminarmos de descarregar estas mercadorias, eu te levo para comer! — disse um homem de feições honestas, carregando uma caixa enquanto sorria para o jovem ao seu lado, que também descarregava mercadorias do caminhão.
— Irmão Zhao, você já me convidou tantas vezes, desta vez deixa que eu pago. Você sempre cuida de mim, se continuar insistindo em pagar, vou ficar incomodado! — respondeu o jovem com um sorriso.
— Então está combinado, hoje é por sua conta! Vou aproveitar para comer bastante! — retrucou Zhao, rindo.
O nome completo do irmão Zhao era Zhao Hai. Ele e o jovem, chamado Liu Feng, eram funcionários do supermercado Boa Sorte e sempre tiveram uma boa relação.
Enquanto pensava nisso, Liu Feng fez surgir em sua mão um feijão acinzentado, de aparência nada impressionante. “Este mundo paralelo é praticamente igual ao planeta Terra do passado. As pessoas vivem normalmente, ninguém parece ter habilidades especiais. Não entendo qual é o propósito de ter vindo para cá e de ter despertado este estranho poder dos feijões.”
O questionamento de Liu Feng não era novo; já surgira muitas vezes em sua mente.
“Além disso, essa habilidade é bem inútil, não? Que vergonha para um viajante de mundos! Nada de sistema, nada de poder incrível, e ainda por cima continuo um pobre coitado.”
Pensando nisso, Liu Feng suspirou longamente.
— Xiaofeng, no que está pensando? Já vai dar meio-dia, não está c